Industrialização do Brasil
Diversos países, como Argentina, México e Brasil, iniciaram o processo de industrialização efetiva a partir da segunda metade do século XX, no entanto, o embrião desse processo no Brasil ocorreu ainda nas primeiras décadas de 30, momentos depois da crise de 29. Crise essa que ocasionou a falência de muitos produtores de café, com isso, a produção cafeeira entrou em declínio.
Quando se fala em industrialização do Brasil é bom ressaltar que tal processo não ocorreu em nível nacional, uma vez que a primeira região a se desenvolver industrialmente foi a Região Sudeste.

A industrialização brasileira nesse período estava vinculada à produção cafeeira e aos capitais derivados dela. Entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX o café exerceu uma grande importância para a economia do país, até por que era praticamente o único produto brasileiro de exportação, o cultivo dessa cultura era desenvolvido especialmente nos Estados de São Paulo,
Rio de Janeiro, Espírito Santo e algumas áreas de Minas Gerais.

Após a crise que atingiu diretamente os cafeicultores, esses buscaram novas alternativas produtivas, dessa maneira, muitas das infraestruturas usadas anteriormente na produção de transporte do café, passaram, a partir desse momento, a ser utilizadas para a produção industrial.

Diante do processo, a indústria brasileira começou a diversificar, no entanto, limitava-se somente à produção de produtos que empregava pouca tecnologia, como setor têxtil,
alimentício, além de fábricas de sabão e velas.

Vários foram os fatores que contribuíram para a intensificação da indústria brasileira, dentre os principais:
crescimento acelerado dos grandes centros urbanos derivado do fenômeno do êxodo rural, promovido pela queda do café. A partir dessa migração houve um grande aumento de consumidores, apresentando a necessidade de produzir bens de consumo para a população.

Outro fator importante para a industrialização brasileira foi a utilização das ferrovias e dos portos, anteriormente usados para o transporte do café, que passaram a fazer parte do setor industrial. Além desse fator, outro motivo que favoreceu o crescimento industrial foi a abundante quantidade de mão-de-obra estrangeira, sobretudo de italianos, que antes trabalhavam na produção do café.

Um dos fundamentais elementos para a industrialização brasileira foi a aplicação de capitais gerados na produção de café para a indústria, a contribuição dos estrangeiros nas fábricas, como alemães, italianos e espanhóis.

O estado também exerceu grande relevância nesse sentido, pois realizou elevados investimentos nas indústrias de base e infraestrutura, como ferrovias, rodovias, portos, energia elétrica entre outros.

Mais tarde, após a Segunda Guerra Mundial, a Europa não tinha condições de exportar produtos industrializados, pois todo o continente se encontrava totalmente devastado pelo confronto armado, então o Brasil teve que incrementar o seu parque industrial e realizar a conhecida industrialização por substituição de exportação.

Nessa mesma década aconteceu a inserção de várias empresas derivadas de países industrializados que atuavam especialmente no seguimento da indústria automobilística, química, farmacêutica, eletroeletrônicas. A partir de então o Brasil ingressou efetivamente no processo de industrialização, deixando de ser um país essencialmente produtor primário para um estado industrial e urbano, no qual ambos estão ligados diretamente.
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Teorias Demográficas

A Teoria Malthusiana, criada por Thomas Malthus, diz que a população mundial crescerá em um ritmo que a produção alimentar não acompanhará, chegando a um determinado momento em que não haverá alimentos suficientes para todos os habitantes da Terra.

A Teoria Neomalthusiana, elaborada após a segunda Guerra, mostrava que se não houvesse um controle populacional, os recursos naturais se esgotariam em pouco tempo. A partir disso foi feito um controle de natalidade aos países subdesenvolvidos.

A Teoria Reformista contraria as teorias Malthusiana e Neomalthusianas, onde os reformistas atribuem aos países subdesenvolvidos a responsabilidade pela intensa exploração imposta aos países pobres, resultando em um excessivo crescimento demográfico e pobreza generalizada.
Defendem a adoção de reformas socioeconômicas para superar os graves problemas.

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A análise da dinâmica populacional é de fundamental importância para entendermos as transformações no espaço geográfico promovidas pelas relações homem-meio. Um dos elementos essenciais é o crescimento populacional registrado durante os séculos, fato que alterou de forma significativa a natureza.

Até a Primeira Revolução Industrial, no século XVIII, o contingente populacional era inferior a 1 bilhão. Contudo, a população na Terra aumentou de forma muito rápida e, conforme dados divulgados em 2010 pelo Fundo de População das Nações Unidas (Fnuap), atingiu a marca de aproximadamente 6,9 bilhões de habitantes.

Além do crescimento vegetativo, também chamado de crescimento natural, outro fator que contribuiu para o aumento populacional foi o desenvolvimento tecnológico, proporcionando avanços na medicina (que prolongaram a expectativa de vida) e a intensificação da produção de alimentos e técnicas de armazenamento e de transporte.

Estimativas apontam que a Terra será habitada por 9 bilhões de pessoas até o ano de 2050, com taxa de crescimento populacional de 0,33% ao ano, bem inferior à taxa atual, que é de 1,2%. Os continentes africano e asiático, além da América Latina, apresentarão as maiores taxas de crescimento; em contrapartida, a Europa poderá ter crescimento vegetativo negativo.
A distribuição da população mundial
De acordo com dados divulgados em 2010 pelo Fundo de População das Nações Unidas (Fnuap), a população mundial atingiu a marca de 6,908 bilhões de habitantes. Esse total se encontra disperso pelo planeta de forma irregular, isso quer dizer que em determinados lugares há uma enorme concentração populacional enquanto outros são pouco povoados.

Nesse sentido, o continente mais populoso é a Ásia que responde por cerca de 60% do total da população mundial, somente a China, a Índia e a Indonésia representam um elevado contingente, cerca de 2,8 bilhões de habitantes. Por outro lado, a Oceania responde por apenas 0,5% da população mundial.

A distribuição populacional de acordo com cada continente:

Ásia: 4,1 bilhões de habitantes, que representam 60% da população mundial.

América: 934,3 milhões de habitantes, que respondem por 13,5% do total da população.

África: 1,031 bilhão de habitantes, que correspondem a 14,9% da população mundial.

Europa: 749,6 milhões de habitantes, que representam 10,9% do total da população do planeta.

Oceania: 37,1 milhões de habitantes, que respondem por 0,5% do contingente populacional mundial.

Em uma análise acerca da distribuição populacional, independentemente da escala (cidade, estado, país etc.), é preciso
conhecer o número da população absoluta, ou seja, o número total de habitantes, além da população relativa que é concebida por meio do seguinte cálculo: Número total de habitantes dividido pela área territorial em quilômetros quadrados.

A partir da obtenção dos números da população relativa torna-se possível identificar a intensidade do povoamento de um
determinado lugar. Quando os dados apontam mais de 100 pessoas por quilômetro quadrado o lugar é considerado povoado. Quando o número varia entre 50 e 100 é considerado mediano povoado e, por fim, quando o número é menor que 50 o lugar é pouco povoado.

Os países mais populosos do mundo são:

China:1.354.146.443.
Índia: 1.214.464.312.
EUA:317.641.087.
Indonésia:232.516.771.
Brasil: 190.755.799.
Paquistão: 184.753.300.
Bangladesh: 164.425.49.
Nigéria:158.258.917.
Rússia:140.366.561. 
Japão: 126.995.411.

Crescimento da população mundial

O crescimento populacional ocorreu no decorrer da história, às vezes em ritmo compassado, outras vezes de maneira veloz, um bom exemplo é o século XX, período no qual houve maior crescimento da população.

Fazendo uma retrospectiva quanto ao número da população mundial, é possível traçar uma comparação entre o passado, o presente e o
futuro. Cerca de 300 milhões de pessoas era a população mundial há aproximadamente 2.000 anos. A população permaneceu sem apresentar crescimento relevante ao longo de extensos períodos, uma vez que havia momentos de apogeu no crescimento populacional e outros de profundos declínios.

Por causa da instabilidade do crescimento populacional foi preciso cerca de 1.600 anos para que o contingente atingisse 600 milhões de habitantes. O crescimento da população desenvolveu-se em diferentes intensidades, que pode ser simplificado da seguinte forma:

• Em 10.000 a.C o planeta abrigava poucos milhões de habitantes.

• No ano 1 d.C a população mundial totalizava cerca de 250 milhões de habitantes.

• Após 1.600 anos, a soma da população mundial não ultrapassava 500 milhões de habitantes.

• Em 1850, 200 anos depois, a população do planeta atingiu 1 bilhão de pessoas.

• De 1850 a 1950 o contingente populacional teve um estrondoso crescimento, alcançando 2,5 bilhões de habitantes.

• 40 anos depois, a população já havia crescido mais do que o dobro, totalizando 5,2 bilhões de habitantes.
• A partir do ano 2.000 a população total do mundo somava 6 bilhões de pessoas.

No dia 05 de agosto de 2008, a ONU (Organização das Nações Unidas) divulgou um relatório que apresenta uma estimativa em relação ao número de habitantes em escala planetária para o ano de 2050, que poderá atingir 9,2 bilhões de pessoas.

O relatório levantou as possíveis causas para esse crescimento, a elevação na expectativa de vida, além do maior acesso ao tratamento da AIDS. O estudo afirmou também que no mês de julho de 2008 a população atingiu 6,7 bilhões de habitantes.

De acordo com a pesquisa, o crescimento da população deve ocorrer de forma significativa somente nos países em desenvolvimento, no caso dos países desenvolvidos as mudanças serão modestas.

Controle de Natalidade

O controle de natalidade é uma questão bastante discutida e um tanto polêmica.

Os pesquisadores, estudiosos, cientistas demonstram relatórios que incentivam o controle de natalidade.
No entanto esse controle é direcionado aos países do sul (subdesenvolvidos) e não aos países do norte (desenvolvidos), eles recomendam, mas não praticam, pelo contrário, nesses países ocorrem incentivos para que as famílias tenham mais filhos.

Essa polêmica tem explicação, é que a densidade demográfica dos países do norte está quase que decrescendo diferentemente dos países do sul que possuem altos índices de crescimento natural/vegetativo.

Sem dúvida medidas de implantação de controle de natalidade pode ser o alicerce para a
solução de vários problemas que assolam a sociedade atual, seja nos países do norte ou do sul.

Quanto aos problemas ambientais, podemos encontrar algumas
soluções se diminuirmos a quantidade de pessoas automaticamente diminuiremos o consumo. A água, por exemplo, que é dos grandes problemas desse século, poderia ser mais poupada, se diminuir a quantidade de pessoas que necessitam desse recurso teremos mais reservas e lançaremos menos detritos na natureza, reduzindo a poluição.

No campo energético não seria necessário construir novas usinas hidrelétricas, que em suas instalações provocam profundos impactos ambientais e sociais.

Outro fator importante é referente à emissão de gases que consequentemente seria amenizada, e que de certa forma, iria contribuir para neutralizar o processo do aquecimento global.

Ainda com essa medida não seria necessário abrir novas áreas de cultivo para a produção de alimentos.

No campo social o controle de natalidade serviria para diminuir o crime, pois o governo poderia assistir melhor os jovens, a quantidade de empregos possivelmente aumentaria, haveria diminuição da fome devido aos programas sociais que poderiam atender melhor a população, a saúde, a
educação e mais uma série de outros problemas contemporâneos poderiam ser solucionados.

Mas, o primordial do contexto é garantir as condições de vida na Terra, pois essa não possui recursos infinitos para suprir a sociedade de consumo, e nem capacidade de regeneração de todos os “lixos” que essa sociedade produz.

A natureza já está apresentando sinais de cansaço e saturação e apenas o homem pode decidir o
futuro das próximas gerações.
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A professora escorrega e leva o maior tombo na sala de aula.
Na queda, o seu vestido sobe até a cabeça. Levanta-se imediatamente, puta da vida, ajeita-se, e interroga os alunos:
- Luisinho, o que você viu?
- Seus joelhos, professora.
- Uma semana de suspensão!
- E você Carlinhos?
- Suas coxas, professora.
- Um mês de suspensão.
- E você Joãozinho?
Joãozinho pega os cadernos e vai logo saindo da sala:
- Bom, galera até o ano que vem…
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20 Coisas que você não SABIA
1.Anatidaefobia é o medo de que um pato esteja vigiando você.
2.Vacas Conseguem subir escadas, mas não conseguem descer.
3.O nome inteiro da Barbie é Barbara Millicent Roberts
4.Hitler era vegetariano
5.A unica comida que não apodrece é o mel
6.A Coca-cola seria verde se corantes não fossem adicionados
7.Gatos não sentem o gosto de doces
8.Olhos azuis são os mais sensiveis a luz
9.Elvis Tirou uma nota C na sua aula de Música
10.A Luta mais longa de Boxe durou 110 Rounds
11.Homens tem mais chance de serem Atingidos por Raios do Que as mulheres
12.A Torre Eiffel fica 15 Cm maior do que seu tamanho original no verão.
13.Porcos não suam
14.A força necessária para dar três espirros consecutivos, queima exatamente o mesmo numero de calorias que um orgasmo
15.O Fusca foi idéia do Hitler
16.George Bush já foi chefe de Torcida
17.A Mona lisa não tinha sombrancelhas
18.Uma galinha já sobreviveu 18 meses sem a cabeça
19. Se Os Tubarões ficaram de cabeça para baixo, eles entram em coma
20.O Yo-Yo foi criado para ser usado como Arma
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ALMA DE MULHER

Nada mais contraditório do que ser mulher…
Mulher que pensa com o coração, age pela emoção e vence pelo amor.
Que vive milhões de emoções num só dia e transmite cada uma delas, num único olhar.
Que cobra de si a perfeição e vive arrumando desculpas para os erros daqueles a quem ama.
Que hospeda no ventre outras almas, dá a luz e depois fica cega, diante da beleza dos filhos que gerou.
Que dá as asas, ensina a voar mas não quer ver partir os pássaros, mesmo sabendo que eles não lhe pertencem.
Que se enfeita toda e perfuma o leito, ainda que seu amor nem perceba mais tais detalhes.
Que como uma feiticeira transforma em luz e sorriso as dores que sente na alma, só pra ninguém notar.
E ainda tem que ser forte, pra dar os ombros para quem neles precise chorar.
Feliz do homem que por um dia souber entender a Alma da Mulher!
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Depois de longo tempo com o blog em manutenção, estamos de volta.
Queridos amigos, ano novo, novo visual e mais interatividade, sejam bem vindos, curtam, divirtam-se e participem nos comentarios e sujestões.
Agradeço ao aluno e amigo Bruno Sliter pelo novo template. Abraço à todos. 
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